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Technological Dances

Alice Anderson


A exposição “Technological Dances”, da artista francesa Alice Anderson, é uma realização do Museu Oscar Niemeyer (MON), com curadoria de Marc Pottier. A mostra reúne 75 obras, entre pinturas, esculturas e instalações, sendo algumas de grandes dimensões. 

Alice Anderson é uma das poucas artistas que cria pinturas e esculturas durante performances, aplicando tinta líquida em objetos para libertá-los de sua função primária. Essas entidades, transformadas durante as technological dances (pinturas), tornam-se awakened objects (esculturas), registrando comunicações além do mundo visível. Elas testemunham outra possível inteligência na era da IA: aquela que habita a matéria.



  • Artista

    Alice Anderson

  • Curadoria

    Marc Pottier

  • Abertura

    19 de março de 2026, 21h

  • Período em cartaz

    De 20 de março de 2026

  • Até 31 de maio de 2026

  • Local

    Olho e Espaços Araucária

  • Planeje sua visita

SAIBA MAIS SOBRE A EXPOSIÇÃO

MON realiza nova exposição internacional no Olho

“Technological Dances”, da artista francesa Alice Anderson, é a próxima exposição internacional realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON). A mostra será inaugurada no dia 19 de março, no Olho e nos Espaços Araucária, e reunirá 75 obras, entre pinturas, esculturas e instalações, sendo algumas de grandes dimensões. A curadoria é de Marc Pottier.

“A obra de Alice Anderson nos convida a refletir sobre as formas como nos relacionamos com a materialidade e com as transformações do nosso tempo”, afirma a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira. “É uma exposição que amplifica o diálogo do MON com a arte contemporânea internacional e reforça o compromisso do Museu em oferecer ao público experiências artísticas conectadas às discussões do cenário global”.

“Performática, a artista e sua obra se confundem. Ela cria dançando, realiza pinturas e esculturas únicas a partir de movimentos intuitivos. Dessa forma, faz refletir sobre natureza, tecnologia, corpo e memória”, afirma a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

“Sua obra cria experiências visuais e sensoriais ao misturar performance, objetos do cotidiano e estruturas arquitetônicas em peças artísticas carregadas de significado poético e simbólico”, diz.

Juliana comenta que, além do caráter inédito de seu trabalho, ao dialogar com a arquitetura do espaço expositivo do Olho, tal encontro é potencializado. “Assim como as pessoas têm poder de adaptação, o Olho se transforma, de maneira criativa e inusitada, a cada nova exposição. E provavelmente essa é uma das mais criativas que já passou por aqui”, afirma a diretora.

Segundo o curador, a exposição é um registro de suas pinturas performativas. “Seus rituais instintivos e coreografados aspiram a uma reapropriação de nossa relação com um mundo governado pela gestão de dados", diz Marc Pottier. 

“Há mais de 20 anos, Anderson dialoga com seres não humanos”, explica o curador. “Ela observa, cuida e dança com ferramentas antigas, máquinas modernas, circuitos eletrônicos, elementos arquitetônicos ou meteoritos – reconectando-se com a sua materialidade animada, como se quisesse reparar as nossas relações com o mundo mais do que humano”. 

Segundo a artista, foi nesse contexto de interação entre corpo e matéria que nasceu o título da exposição, justapondo a rigidez da tecnologia à fluidez da dança. "Essas duas palavras realmente parecem contraditórias. No entanto, ambas evocam movimento. A tecnologia é como um movimento criado por sua constante evolução. Ela é projetada para interagir com o corpo e responder a ele, seja pressionando um teclado de computador ou imitando gestos humanos por meio da robótica”, diz Alice Anderson.

A artista

Alice Anderson nasceu na França e vive em Londres. Ela é uma das poucas artistas que cria pinturas e esculturas durante performances, aplicando tinta líquida em objetos para libertá-los de sua função primária. Essas entidades, transformadas em Technological Dances (pinturas), tornam-se AwakenedObjects (esculturas), registrando comunicações além do mundo visível. Elas testemunham outra possível inteligência na era da IA: aquela que habita a matéria.

Seu trabalho foi incluído em inúmeras exposições institucionais, como:MacVal Museum, Vitry-sur-Seine (2026); Centre Pompidou Malagà(2026), Stedelijk Museum, Schiedam, Netherlands,(2023); Centre Pompidou, Paris, France (2022; 2020; 2017) Museum of Modern Art ofFontevraud, Fontevraud, France; Atelier Calder, Saché, France (2019); Royal Academy of Arts, London, United Kingdom (2017); Saatchi Gallery, London, United Kingdom (2016); Louis Vuitton Cultural Space Paris, France (2015); Wellcome Collection, London, United Kingdom (2014); 55th Venice Biennale (2013) e Whitechapel Gallery, London, United Kingdom (2012).

Materiais da Exposição

    Exposição virtual

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    Características da exposição

    Estímulo físico

    Restrição de movimento

    Estímulo Sonoro

    Local com ruído

    Estímulo Sonoro

    Som inesperado

    Estímulo Sonoro

    Local silencioso

    Estímulo Visual

    Luz oscilante

    Estímulo Visual

    Luz natural

    Estímulo Visual

    Luz reduzida

    Visite a exposição

    Período em cartaz

    Até 31 de maio de 2026

    Local

    Olho e Espaços Araucária


    MON


    Acesso até as 17h30


    Venda de ingressos

    R$ 36 inteira | R$ 18 meia-entrada
    Entrada gratuita toda quarta-feira

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