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Nem Todo Viandante Anda Estradas - Da Humanidade como Prática

36ª Bienal de São Paulo


A Bienal de São Paulo retorna ao Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, de 19 de março a 7 de junho, reunindo 18 artistas brasileiros e internacionais.A exposição pode ser vista nas Salas 1 e 2 do MON.

O recorte da itinerância tem curadoria de Anna Roberta Goetz, cocuradorada 36ª Bienal, e reúne obras de: Adjani Okpu-Egbe, Alain Padeau, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Emeka Ogboh, Ernest Cole, ForensicArchitecture/Forensis, Gervane de Paula, Helena Uambembe, Julianknxx, Leiko Ikemura, Mao Ishikawa, Maria Auxiliadora, Ming Smith, Nádia Taquary, Olu Oguibe, Raukura Turei, Ruth Ige e Sertão Negro. 



  • Artista

    Adjani Okpu-Egbe, Alain Padeau, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Emeka Ogboh, ForensicArchitecture/Forensis, Ernest Cole, Gervane de Paula, Helena Uambembe, Julianknxx, Leiko Ikemura, Mao Ishikawa, Maria Auxiliadora, Ming Smith, Nádia Taquary, Olu Oguibe, Raukura Turei, Ruth Ige e Sertão Negro

  • Curadoria

    Anna Roberta Goetz

  • Abertura

    19 de março de 2026, 22h

  • Período em cartaz

    De 20 de março de 2026

  • Até 7 de junho de 2026

  • Local

    Salas 1 e 2

  • Planeje sua visita

SAIBA MAIS SOBRE A EXPOSIÇÃO

Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa da Cidade de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo, Museu Oscar Niemeyer e Itaú apresentam

Fundação Bienal de São Paulo retorna ao Museu Oscar Niemeyer pela terceira vez com programa itinerante da 36ª Bienal de São Paulo

Após passagens em 2011 e 2024, Bienal retorna a Curitiba com mostra de 19 de março a 7 de junho, reunindo dezoito participantes de diversas localidades do Brasil e do exterior

São Paulo, 19 de março de 2026 –  A Fundação Bienal de São Paulo segue com o programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal de São Paulo, que percorrerá mais de dez cidades do Brasil e do exterior em 2026. Em parceria com o Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, o Museu Oscar Niemeyer (MON) volta a sediar o programa, consolidando uma parceria que se renova pela terceira vez.

Para esta etapa do programa, a Fundação leva à capital paranaense, de 19 de março a 7 de junho, um recorte da exposição que reuniu mais de 784 mil visitantes no Pavilhão Ciccillo Matarazzo. Realizadas de forma programática desde 2011, as itinerâncias tornaram-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, fazendo com que obras e debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo se reconfigurem em diálogo com contextos locais diversos, ativando novas leituras e relações com públicos fora do eixo expositivo principal.​

Em Curitiba, o recorte da itinerância tem curadoria de Anna Roberta Goetz, cocuradora da 36ª Bienal, e reúne obras de dezoito participantes: Adjani Okpu-Egbe, Alain Padeau, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Emeka Ogboh, Ernest Cole, Forensic Architecture/Forensis, Gervane de Paula, Helena Uambembe, Julianknxx, Leiko Ikemura, Mao Ishikawa, Maria Auxiliadora, Ming Smith, Nádia Taquary, Olu Oguibe, Raukura Turei, Ruth Ige e Sertão Negro. 

Para Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, retornar ao Museu Oscar Niemeyer pela terceira vez é um passo importante para a Fundação. "Curitiba e o MON são aliados fundamentais no nosso compromisso com a descentralização do circuito artístico brasileiro. A cada edição da Bienal de São Paulo, temos buscado ampliar nosso alcance e fazer com que aquilo que foi apresentado no Pavilhão continue a reverberar em outras cidades do país”, afirma.

A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, comenta que a arte deve alcançar o maior número possível de pessoas, rompendo barreiras e sensibilizando todos os públicos. “Por isso, pela segunda vez consecutiva, recebemos a Bienal de São Paulo, uma das mais importantes exposições de arte do mundo, que sai de sua sede, extrapola limites geográficos e amplifica sua voz”, diz. 

Juliana comenta ainda sobre a capacidade que a arte tem de comunicar sem palavras, o que tem sido para muitos uma pausa em meio ao apressado mundo digital. Por isso, proporciona uma conexão profunda e presente, que muitas vezes não seria possível de nenhuma outra maneira. “Ao participar da itinerância desse importante evento, o MON reafirma sua missão de fazer a arte chegar a todos”, afirma.

Além da circulação das obras, o programa de itinerâncias se estrutura a partir de um eixo educativo transversal, com formações voltadas às equipes locais, encontros online e presenciais, acompanhamento pedagógico e ações para diferentes públicos, como visitas mediadas, palestras, laboratórios para professores e atividades educativas para estudantes.

"Curitiba nos permitiu observar como as obras se transformam quando deslocadas do contexto original da Bienal, como respondem a uma arquitetura diferente, a um público com outras referências e a um ritmo de fruição distinto", reflete Anna Roberta Goetz, cocuradora da 36ª Bienal de São Paulo e responsável pela curadoria da itinerância em Curitiba. "A seleção para o Museu Oscar Niemeyer foi concebida para criar tensões produtivas entre geografias e temporalidades diversas a partir do que foi proposto para o Pavilhão da Bienal. Trabalhar com fragmentos é um recorte intencional que obriga as obras a se adaptarem, abrindo caminho para leituras que a montagem original não necessariamente antecipava", analisa.

Sobre a 36ª Bienal de São Paulo

Com conceito criado pelo curador geral Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, em parceria com os cocuradores Alya Sebti, Anna Roberta Goetz e Thiago de Paula Souza, a cocuradora at large Keyna Eleison e a consultora de comunicação e estratégia Henriette Gallus, além dos cocuradores adjuntos André Pitol e Leonardo Matsuhei, a 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática se inspira no poema “Da calma e do silêncio”, da escritora Conceição Evaristo, e tem como um de seus principais fundamentos a escuta ativa da humanidade em constante deslocamento, encontro e negociação. 

A Fundação Bienal de São Paulo agradece seu parceiro estratégico Itaú e seus patrocinadores máster Bloomberg, Bradesco, Citi, Petrobras, Vale e Vivo.

Este projeto é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

Sobre o Museu Oscar Niemeyer

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Sobre a Fundação Bienal de São Paulo

Fundada em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma instituição privada sem fins lucrativos e vinculações político-partidárias ou religiosas, cujas ações visam democratizar o acesso à cultura e estimular o interesse pela criação artística. A Fundação realiza a cada dois anos a Bienal de São Paulo, a maior exposição do hemisfério Sul, criada em 1951, e suas mostras itinerantes por diversas cidades do Brasil e do exterior. A instituição é também guardiã de dois patrimônios artísticos e culturais da América Latina: um arquivo histórico de arte moderna e contemporânea referência na América Latina (Arquivo Histórico Wanda Svevo), e o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Patrimônio Histórico. Também é responsabilidade da Fundação Bienal de São Paulo a tarefa de idealizar e produzir as representações brasileiras nas Bienais de Veneza de arte e arquitetura, prerrogativa que lhe foi conferida há décadas pelo Governo Federal em reconhecimento à excelência de suas contribuições à cultura do Brasil.

Materiais da Exposição

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    Características da exposição

    Estímulo físico

    Restrição de movimento

    Estímulo Sonoro

    Local com ruído

    Estímulo Sonoro

    Som inesperado

    Estímulo Sonoro

    Local silencioso

    Estímulo Visual

    Luz oscilante

    Estímulo Visual

    Luz natural

    Estímulo Visual

    Luz reduzida

    Visite a exposição

    Período em cartaz

    Até 7 de junho de 2026

    Local

    Salas 1 e 2


    MON


    Acesso até as 17h30


    Venda de ingressos

    R$ 36 inteira | R$ 18 meia-entrada
    Entrada gratuita toda quarta-feira

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