Nesta sexta-feira (16), às 17h, a 6ª VentoSul – Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba promoverá uma mesa redonda com a participação da equipe de curadores. O evento será no Auditório Poty Lazzarotto, no Museu Oscar Niemeyer. Importantes nomes da área, como os curadores gerais e experientes críticos de arte Alfons Hug e Ticio Escobar, apresentarão a sexta edição da Bienal e vão falar sobre o conceito curatorial “Além da Crise”. Também participam da mesa as responsáveis pela co-curadoria, Adriana Almada e Paz Guevara, o curador Brasil Alberto Saraiva e os curadores convidados Artur Freitas, Eliane Prolik e Simone Landal.
A abertura da 6ª Bienal de Curitiba acontece neste sábado, dia 17, a partir das 18h30, no MON. A mostra estará em exposição até 20 de novembro e reúne obras de mais de 80 artistas dos cinco continentes. A programação geral da Bienal de Curitiba inclui projeto educativo, palestras, mesas redondas, cursos, oficinas, mostra de filmes, performances e interferências urbanas, ocupando os principais museus e centros culturais da cidade.
Sobre os curadores gerais - Ticio Escobar é Ministro da Cultura do Governo do Paraguai e foi curador geral da Trienal de Arte Contemporânea do Chile, um dos curadores da 5ª e 4ª Bienal VentoSul e curador geral da 2ª e 3ª Mostra de Artes Visuais Integração da América Latina - VentoSul. Curador da Mostra Outras Contemporaneidades Convivências Problemáticas na Bienal de Valência (Espanha). Foi um dos curadores da 2ª à 5ª Bienais do Mercosul (Porto Alegre). Curador da mostra Três Fronteiras da 6ª Bienal do Mercosul. É licenciado em Filosofia, Direito e Ciências Sociais, professor, crítico de arte, conferencista e júri de salões internacionais de arte. Diretor do Centro de Artes Visuales / Museo Del Barro de Assunção. Autor de inúmeras publicações sobre suas especialidades, recebeu prêmios em vários países, entre eles o de Crítico Latino-Americano da Seção Argentina, da Associação Internacional de Críticos de Arte e o prêmio Príncipe Claus da Holanda para Cultura e o Desenvolvimento.
Alfons Hug é reconhecido por seu trabalho de investigação e crítica da arte contemporânea. Foi curador da 25ª e 26ª Bienal de São Paulo (2002 e 2004), da 2ª Bienal del Fin del Mundo (Ushuaia, Argentina, 2009), do pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza (2003 e 2005) e da Haus der Kulturen der Welt/ Casa de las Culturas em Berlim (1994-1998). Foi diretor do Instituto Goethe em Lagos (Nigéria), Medellín (Colômbia), Caracas (Venezuela), Moscou (Rússia) e Brasília (Brasil). Desde 2002 é diretor do Instituto Goethe do Rio de Janeiro. Atualmente é curador do pavilhão latino-americano na 54ª Bienal de Veneza (2011).